terça-feira, 24 de novembro de 2020

Casinha de Taipa

 Essa casinha de taipa, tem muita história prá contar.


Foi nesta casinha que vivi toda à minha infância e adolescência na minha cidade natal, Orós/Ceará/Brasil. Passamos muitas dificuldades. Éramos cinco irmãos: três irmãs e uma sobrinha.  Lembro com muita saudade do meu velho pai que Deus o tenha. Se esforçava muito pra dar o nosso sustento, sem ter uma profissão ele se virava com que o que sabia fazer de melhor que era caçar de espingarda, pescar e até brocar prá plantar roça prá ver se tirava uns legumes pro nosso sustento, como:  feijão, jerimum, melancia, e milho...

A  minha mãezinha que até hoje está com a gente, também se virava como podia lavando roupa nas pedras do Rio de Orós pra comprar umas coisas que só dava mesmo pra gente comer dois dias no máximo.

Mas  mesmo assim eu sinto falta dessa casinha, afinal vivemos momentos felizes apesar de tudo.

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sábado, 21 de novembro de 2020

Gratidão!!!


Agradecimento pela contribuição e apoio de José Vieira do FRIGOLANCHEBAR, da Rua da paz. Gratidão!!!

 

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Vão da Serra

 Esta música, é uma história verdadeira. Nossas aventuras de tempo adolescentes e no Vão da Serra, do Açude de Orós, minha Cidade natal.




Vão da serra Foi lá no vão da serra Que passamos aperreio Pega ou não pega O cabra vinha vermelho Era um cabeludo metido a valentão Não tinha parte com Deus Tava virado no cão Se minha canoa ela andasse devagar Cabra vinha destinado a nos matar Aquele córrego ficou estreito pra nós E lá chegamos já faltando a voz Era era era O chão levantou poeira Eu e o meu parceiro disparado na carreira Era era era o tempo fechou pra nós Chamava o meu parceiro E nem escutava minha voz

sexta-feira, 13 de novembro de 2020



Música: Caboclo Nordestino

Cantor/Compositor: Felix de Orós 

 Meu coração está só
 Não quer amar mais ninguém
 Já esteve na pior
 Por amar quem não lhe fez bem

 A tempos fui iludido
 Sonhava até acordado
 Hoje sou raparigueiro 
E sou cabra desmantelado

 Hoje eu viro à noite na balada
 É sexta feira e eu não perco isso por nada
 Vou dançar até de madrugada
 E mulhererada já tão todas assanhadas

 Eu gosto de vaqueijada
 Me amarro num forrozão 
Sou caboclo nordestino 
Criado lá no sertão

 Desde criança que eu sonho cantar pelo mundo inteiro
 E agora tou preparado puxa o fole sanfoneiro